A empresa cai nas Redes, mas de que forma?

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Apesar de pesquisas indicarem o aumento no número de empresas presentes em sites de redes sociais, pouco se investiga sobre a qualidade dessas presenças. Em uma visão rápida, é possível sim encontrar empresas fazendo uso de mídias sociais, contudo é também possível verificar que muitas sequer planejaram sua presença on-line. Seria isso apenas fruto da pressa para não ficar mais para trás, ou realmente constitui uma miopia empresarial?

 

 

Recentemente, o portal da HSM publicou um infográfico chamado “Infográfico: As redes sociais preferidas no mundo corporativo“. Os dados, levantados de uma pesquisa realizada pelo Ibramerc, indicam que Twitter, Facebook e Youtube são os preferidos pelas empresas. A mesma pesquisa diz que 65% das empresas está nas Redes.

Assim como a própria pesquisa ressalta, é possível verificar que muitas dessas ações por parte das empresas realmente se constituem em testes, ainda para analisar o valor que as Redes Sociais da Internet podem agregar aos negócios.

O fato é que, mesmo em fase de teste, é necessário que haja um mínimo plano de presença on-line, organizado e mensurável, através do qual seja possível aferir qualquer experimento. Se a ideia de muitas das empresas ainda é testar, o que não podem é fazer esse teste como se fossem meras usuárias leigas. Se fazem dessa forma, logicamente que os resultados serão outros que não os interessantes a uma empresa.

Um exemplo de práticas não realizadas por muitas empresas foi mostrado por Rafael Duarte, em seu blog. De forma rápida, ele apresentou 6 Estratégias de Marketing Digital no Facebook, que deveriam ser trabalhadas pelas empresas, mas que não é o que vemos comumente.

Muitas são as possibilidades estratégicas, táticas e operacionais de gerir ações de Marketing Digital pelas empresas. Essas possibilidades podem ser das mais simples, feitas em poucos dias com algumas reuniões; até as mais complexas, feitas anualmente por comissões. Obviamente, tudo dependerá do planejamento traçado pela empresa, que passa pelas metas organizacionais, pelos objetivos financeiros e até pela visão que a empresa tem de si e pelo posicionamento que deseja firmar.

“E no meio desse planejamento todo, a Tecnologia para e nos espera?”, perguntariam os mais ansiosos. Será? O Facebook, para 2011, já planeja mais uma de suas revoluções na rede: o ‘Messages‘ (ver texto com 10 características dessa nova ferramentas), uma espécie de plataforma de e-mail que agregaria também conteúdos gerados por mensagens instantâneas e atualizações das redes sociais. Em entrevista à HSM Online, Leandro Kenski, CEO da Media Factory, comenta que “Trata-se de um serviço que integra e-mail a outros serviços, como chat e SMS, centralizando as conversas em um único histórico e em um novo formato que deve estimular outros mercados devido sua praticidade e diferencial.

Enquanto algumas empresas acabaram de levantar as mãos aos céus por descobrirem as possibilidades do Orkut e ainda testam o Twitter, Mark Zuckerberg já aponta seus tratores digitais para mais evoluções.

Se planejar é gastar tempo, mais tempo é perdido em ter que recuperar o dano que ações mal planejadas causaram. Assim como na Internet, o tempo passa se piscarmos os olhos. O lance é ficar acordado.

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Caso deseje trocar umas boas idéias, fique à vontade para mandar um comentário ou escrever para o Twitter @wgabriel1


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