O que é inbound-marketingUm termo que há alguns anos vem ganhando os debates sobre marketing se chama “Inbound Marketing”. Apenas mais recentemente, empresários em geral vem descobrindo vantagens e desvantagens desse novo viés estratégico. Mas, afinal, o que é Inbound Marketing, qual sua diferença sobre as ações de marketing tradicionais, que ferramentas são necessárias para executá-lo e como é possível arquitetar uma campanha de sucesso através dele? São muitas dúvidas para quem está apenas começando nesse universo. Vamos, então, descobrir um pouco mais sobre Inbound Marketing.

growth-hacking-wgabriel-startupTáticas para alcançar tráfego e gerar grandes conversões, por meio de conteúdo, publicidade, e-mails e diversas outras ações. Assim empresas como Airbnb, Paypal, Dropbox, Zynga, LinkedIn, Hubspot, Mint e outras tiveram alavancagem na imagem de seus negócios por meio da internet. Como eles fizeram isso? Foi exatamente o que Gabriel Weinberg e Justin Mares explicaram em sua lista com 19 canais que fizeram essas startups crescerem exponencialmente em curto tempo. Confira.

Marketing-Digital_wgabriel-conhecimentoMuitos empresários simplesmente não conhecem - nem querem conhecer - da área de Marketing Digital. Qual o efeito disso? Não compreendem o volume de investimento, não tomam decisões estratégicas nem reconhecem as melhores prioridades. Como consequência, são invadidos pela concorrência atenta e que faz uso dos canais on-line para alavancar suas vendas e dominar a mente do mercado. Este foi o tema do meu mais recente artigo para o Jornal OPovo, intitulado "Empresário que não entende de Marketing Digital paga mais". Veja a seguir!

Uma manifestação social é uma apropriação do povo sobre poder de gritar visando a uma mudança naquilo que posto está. Se compararmos com o universo da internet, é possível enxergarmos o mesmo comportamento de apropriação sobre o poder de gritar. Talvez por isso, apesar de contrário a muitas forças tradicionalistas, a internet potencializa a força das multidões. E durante um movimento de protesto nas ruas, a internet se tona os braços estendidos e atemporais dessa manifestação.

Engana-se quem pensa que atuar na internet profissionalmente é um serviço fácil. Imagine então o trabalho que dá para empresas atingirem o sucesso utilizando a rede. Nessas horas, é um planejamento de trabalho consistente e controlado quem dá norte ao barco. Para “não se enrolar na rede”, a jornalista Luar Maria Brandão produziu uma matéria para o Jornal O Povo com alguns passos – matéria que também cedi depoimento para auxiliar no argumento. Seguem alguns comentários e o link para a matéria.

Realizei nas últimas semanas algumas palestras abordando o tema Redes Sociais da Internet. A mais recente ocorreu na Universidade de Fortaleza, para turmas de Comunicação e Marketing. Na palestra, algumas visões envolvendo teoria e prática foram abordadas, além de um agradavél bate-papo envolvendo experiências de mercado e comportamentos comuns dos profissionais dessa área. Veja aqui slides e vídeos apresentados na palestra.

Nas mais recentes palestras em que participei, resolvi abordar um pouco do mundo que me invadiu nos últimos meses: o mundo mobile. Dados de comportamento, números de aumento, estatísticas, pesquisas e perspectivas foram os assuntos recorrentes em minhas falas. Obviamente, Facebook, iPhone e Android tiveram participação marcante. Segue, então, uma das apresentações recentes que realizei em algumas faculdades e eventos - neste caso, dentro do Ciclo de Debates da Infobrasil 2011.

Facebook e Warner Bros. fecharam parceria para alugar e vender vídeos on-line. Começando com aluguel de vídeos – por enquanto, apenas nos EUA - pretende-se ser possível assistir filmes, séries, shows e outros tipos de vídeo, igualmente como hoje é feito com o Netflix: “Instantly watch as many TV episodes & movies as you want!” Esse é mais um mercado milionário em que o Facebook se aventura. O negócio começou a rodar nos EUA em 6 de fevereiro de 2011 e pretende se espalhar pelas outras localidades promissoras rapidamente, caso haja perspectiva de consumo, obviamente. A parceria com outra grande empresa, o momento estratégico, o grande acesso de vídeos on-line no mundo, o grande crescimento do Facebook na mídia, enfim, uma grande visão estratégica, mas que precisa ser muito bem contextualizada com o país em que vai se inserir. Veja por quê.

Fazemos planejamentos para diminuir os riscos de um projeto, além de outros fatores. Afinal, temos um objetivo a ser alcançado e não queremos falhar. O Plano de Presença On-line traçado um padrão de decisões não apenas estar na Internet, mas também para realizar dinâmicas substanciais que justifiquem os investimentos. Veja a seguir, uma proposta de Plano de Presença On-line composta em 6 passos para presença objetiva (estudo, planejamento, ocupação, execução, monitoramento e manutenção) e 4 fases de comportamento corporativo (existir, atrair, relacionar-se e fidelizar).

Apesar de pesquisas indicarem o aumento no número de empresas presentes em sites de redes sociais, pouco se investiga sobre a qualidade dessas presenças. Em uma visão rápida, é possível sim encontrar empresas fazendo uso de mídias sociais, contudo é também possível verificar que muitas sequer planejaram sua presença on-line. Seria isso apenas fruto da pressa para não ficar mais para trás, ou realmente constitui uma miopia empresarial?  

Em abril de 2010, publiquei um post sobre o grande laboratório pelo qual passaríamos nas eleições 2010, no que se refere à Internet. Hoje, depois do primeiro turno das eleições, o que já é possível observar? Certamente, que foi um grande laboratório, mas que a Internet nesse contexto está longe de ser significativamente compreendida e praticada pelas esferas políticas, por seus organizadores e por grande parte da população brasileira - este último muito por falta de infraestrutura do país para esse meio.

Veja se você se enquadra nesta situação: planejou tudo para suas ações de marketing digital, até cursos você fez, mas quando chega a hora de executar, simplesmente não sai nada organizado, não consegue manter sequer a lógica já planejada e as tarefas paralelas só aumentam. Até que o dia acaba e você pensa: “o que eu fiz hoje?” De significante mesmo, nada!