Quando falamos de MPEs (Micro e Pequenas Empresas), precisamos de um olhar realista e contextualizado para analisar qualquer ação de marketing. Todo investimento precisa ser muito bem calculado e planejado para retornar o se pensou. Do contrário, pode virar um custo perigoso para a empresa. Com essa visão, trabalhar mídias sociais para MPEs se torna tanto uma grande oportunidade, como também um risco dos maiores, pelo que já conhecemos de histórias de empresas com crises em internet. No evento Feira do Empreendedor 2012, realizada em Fortaleza-Ceará, participei de uma mesa-debate sobre o tema. Para o momento, preparei 10 dicas rápidas de como MPEs podem trabalhar Mídias Sociais. Veja a seguir.

O uso das mídias sociais, sobretudo das redes sociais da internet, nas empresas é uma realidade que pode ser tanto lucrativa quando devastadora. Com esse pensamento, empresas vem trabalhando o uso das mídias sociais, seja para bloqueá-las, combatendo-as a qualquer custo dentro do ambiente de trabalho; seja para planejá-las visando o uso no Marketing e na Gestão de pessoas. Veja a seguir um vídeo que comenta um pouco mais sobre esse novo comportamento corporativo.

Sabemos que o momento político brasileiro atual é de eleição. Assim, o ano de 2012 se mostra como mais uma oportunidade de amadurecerem estratégias e ações dos candidatos envolvendo internet. Todos os dias, vimos experimentos de viralização publicitária, tentativas de engajamento dos eleitores, busca pela expansão dos debates e até reforço da militância. Tudo a partir também do uso da internet, principalmente das mídias sociais. Vamos pensar um pouco sobre essas possibilidades.

Muitas empresas possuem sua marca como seu principal ativo. Significa dizer que a marca é seu patrimônio mais valioso. Contudo, há lendas que afirmam que uma marca tradicional e bem conhecida é inabalável e até dispensam publicidade. Há quem diga até que se a marca for abalada, basta reforçar o restante do mix de marketing que tudo volta ao normal, como qualidade do produto, preço etc. Para derrubar essas lendas do século passado, vamos refletir um pouco.

As eleições municipais de 2012 servirão como mais uma oportunidade para a integração entre política e sociedade através da internet. A cada ciclo eleitoral nos últimos anos, o uso dos recursos de internet só cresce. Porém vale ressaltar que não é apenas a quantidade de uso, mas também sua qualidade. Atribuo essa melhoria à maturidade que o mercado digital alcançou nos últimos anos, mas principalmente aos efeitos negativos de campanhas mal executadas na internet em pleitos anteriores. Veja algumas visões sobre o assunto.

Se olharmos para trás, perceberemos que há somente 20 anos a internet chegava ainda embrionária ao Ceará e que há pouco menos de uma década a expansão popular da rede realmente pegou velocidade. Pouco tempo se considerarmos uma cidade fora no eixo sulista das grandes megalópoles brasileiras. O que pensar sobre esse fenômeno na cidade? Confira alguns comentários e também a matéria que a jornalista Ivna Girão produziu para o jornal Diário do Nordeste sobre os 20 anos da internet no Ceará. Ao final da matéria, veja também uma breve opinião exclusiva que dei ao jornal sobre esse assunto.

É comum ficarmos cheios de dúvidas quando o assunto é segurança sobre compras pela internet. A segurança da informação há tempos deixou de ser assunto restrito aos escritórios de TI e universidade. Hoje corre da sala da nossa casa às rodas de conversa do dia-a-dia. É seguro comprar na internet com tantos casos de senhas roubadas, fraudes de cartão de crédito e estelionato? Eu ainda defendo que sim e acredito que a crença do consumidor tradicional na internet vai aumentar ainda mais nos próximos anos. Veja a matéria do Jornal O Povo realizada pela jornalista Iane Parente em que também cedi depoimento e dicas de segurança para quem compra na internet.

Engana-se quem pensa que atuar na internet profissionalmente é um serviço fácil. Imagine então o trabalho que dá para empresas atingirem o sucesso utilizando a rede. Nessas horas, é um planejamento de trabalho consistente e controlado quem dá norte ao barco. Para “não se enrolar na rede”, a jornalista Luar Maria Brandão produziu uma matéria para o Jornal O Povo com alguns passos – matéria que também cedi depoimento para auxiliar no argumento. Seguem alguns comentários e o link para a matéria.

Uma prática muito vista nas redes sociais são movimentos em prol dos animais. Em defesa dos bichanos, hashtags são criadas, memes se proliferam e até anúncios são construídos em tom de denúncia. Em paralelo, animais oprimidos, abandonados ou perdidos também ganham a rede em um apoio multiplicado para seu bem estar. Dessa forma, a internet incide seus fenômenos de comunicação também sobre essa área, a dos animais. Veja a seguir matéria do Jornal O Povo, produzida pela jornalista Mirelle Costa, para a qual também colaborei com ponto de vista sobre tal fenômeno.

Uma das palestras mais ricas que assisti no Desencontro 2012, em Fortaleza-CE, foi a do garoto Lucas Radaelli. Ele mostrou que mesmo sendo cego, não se deixa limitar pelas exclusões do mundo. Lucas mostrou não apenas dicas de acessibilidade e sugestões para sites e aplicativos mobile, mas também uma percepção diferente do outro. Deu uma aula durante a palestra e depois dela, com um bate-papo informal e instigante para todos ao redor. Programador e consultor na área de acessibilidade e usabilidade, Lucas Radaelli não para quieto. E com ele é possível aprender que a tecnologia pode ir além do que nossos olhos podem ver. Compilei o pouco tempo que passei com Lucas Radaelli em 5 pontos principais. Convido-lhe a conhecê-los.

Vejo que a tecnologia, para a massa populacional, ainda é uma novidade, o que lhe confere ainda o ar de irresponsabilidade permitida. Para que hoje as vantagens venham a superar de vez as desvantagens, haveríamos de ter cada vez mais curadoria de conteúdo de qualidade, etiqueta pessoal e grupal em meios online e até controle de si sobre o uso das máquinas, para nunca deixá-las se sobrepujar ao experiencial humano. [W. Gabriel de Oliveira]
Leia a seguir, na íntegra, a entrevista de W. Gabriel de Oliveira para a Revista VMB, realizada pela repórter Natália Vilaça, sobre limites e benefícios das redes sociais da internet.