Facebook e Warner Bros. fecharam parceria para alugar e vender vídeos on-line. Começando com aluguel de vídeos – por enquanto, apenas nos EUA - pretende-se ser possível assistir filmes, séries, shows e outros tipos de vídeo, igualmente como hoje é feito com o Netflix: “Instantly watch as many TV episodes & movies as you want!” Esse é mais um mercado milionário em que o Facebook se aventura. O negócio começou a rodar nos EUA em 6 de fevereiro de 2011 e pretende se espalhar pelas outras localidades promissoras rapidamente, caso haja perspectiva de consumo, obviamente. A parceria com outra grande empresa, o momento estratégico, o grande acesso de vídeos on-line no mundo, o grande crescimento do Facebook na mídia, enfim, uma grande visão estratégica, mas que precisa ser muito bem contextualizada com o país em que vai se inserir. Veja por quê.

Não sou poucas as empresas atualmente que, diante do avanço dos sites de redes sociais no cotidiano de seus funcionários fora do expediente, respondem com portas fechadas dentro da empresa. No máximo, essas empresas deixam à disposição seu departamento de Marketing para uso em campanhas de comunicação. Definitivamente, a liberação de sites de redes sociais nas empresas precisa ser encarada como uma ação de empreendedorismo, e não como algo que só trará problemas.

O que a afirmação de Chris Hughes, co-fundador do Facebook, tem a ver com e-commerce? Disse ele: “Dentro de dois a cinco anos, a questão sobre que redes sociais a pessoa usa será irrelevante, porque todas as mídias serão sociais”. A tendência apontada por ele é uma das mais recorrentes entre os profissionais de marketing. Mesmo antes dessa afirmação, pensar em redes sociais apenas como comunicação e relacionamento já era um desperdício. É possível também pensar tal socialização como ambiente, um campo de sensações e bem-estar. Eis aí o mote para falarmos um pouco sobre e-commerce.

Quando vi os trabalhos de Vik Muniz pela primeira vez, eu estava diante de uma tela de computador. Conheci suas obras ali, mas sem grande envolvimento. Um artista que traz do lixo uma arte eu também poderia encontrar nas feiras praianas da minha cidade natal, através de colares artesanais ou até pequenas esculturas de peixe ou gente feita de arame. Mas foi apenas ao ver, pela primeira vez, uma exposição sua, em visita à Universidade de Fortaleza, que percebi o diferencial de Vik Muniz para todos nós, meros mortais ocupados demais com algo que não nos deixa sonhar. Estava ali o sentimento que os criativos deveriam manter.

Se você não puder mais twittar por força maior (adoecer, acidentar-se gravemente ou até morrer), quem twittará por você para avisar o ocorrido? Empresas ligadas nesses casos peculiares oferecem um serviço de prevenção para essas situações. Elas monitoram seus clientes e avisam suas redes sociais sobre qualquer grave problema.