Muitos já imaginavam o tamanho do impacto brasileiro sobre as mídias sociais em relação ao resto do mundo. Mas foi o que mostrou a pesquisa da KPMG International no começo de 2013. Ao lado do Brasil, China e Cingapura também apontam como os mais envolvidos nas mídias sociais. Depois de quase um mês da divulgação da pesquisa, é interessante olharmos para esses resultados com diversas reflexões. O que tais constatações podem contribuir para nosso pensamento sobre as mídias sociais? É o que veremos um pouco a seguir.

O uso das mídias sociais, sobretudo das redes sociais da internet, nas empresas é uma realidade que pode ser tanto lucrativa quando devastadora. Com esse pensamento, empresas vem trabalhando o uso das mídias sociais, seja para bloqueá-las, combatendo-as a qualquer custo dentro do ambiente de trabalho; seja para planejá-las visando o uso no Marketing e na Gestão de pessoas. Veja a seguir um vídeo que comenta um pouco mais sobre esse novo comportamento corporativo.

Uma prática muito vista nas redes sociais são movimentos em prol dos animais. Em defesa dos bichanos, hashtags são criadas, memes se proliferam e até anúncios são construídos em tom de denúncia. Em paralelo, animais oprimidos, abandonados ou perdidos também ganham a rede em um apoio multiplicado para seu bem estar. Dessa forma, a internet incide seus fenômenos de comunicação também sobre essa área, a dos animais. Veja a seguir matéria do Jornal O Povo, produzida pela jornalista Mirelle Costa, para a qual também colaborei com ponto de vista sobre tal fenômeno.

Se você trabalha com mídias sociais, certamente já ficou angustiado para conseguir engajamento dos usuários no momento de um lançamento de campanha. É fato que existem alguns roteiros que dão norte sobre como fazer um lançamento, mas é necessário saber que nenhum deles é uma fórmula mágica. Então como chegar mais próximo do sucesso de uma campanha? Quer uma dica? Pense fora da internet para conseguir organizar o pensamento.