Os indivíduos sempre buscaram se relacionar. É fácil lembrarmos diversas atitudes pessoais durante uma paquera, um início de namoro ou simplesmente uma amizade. Grande número de ligações, trocas de confidências, registro de momentos especiais, dentre outros comportamentos caracterizaram ao longo dos tempos uma proximidade afetiva maior de uma pessoa com outra. Neste contexto, o uso das novas tecnologias potencializaram objetivos bem conhecidos em tempos anteriores, porém agora através de novos recursos, de forma a permitir também experiências e comportamentos peculiares. Mas será que as novas tecnologias não nos tiraram um pouco a liberdade de escolha em participar desse novo contexto? Vejamos algumas reflexões e uma matéria da TV União sobre o tema.

Ocorreu na TV União, durante o programa Matina, um debate bem descontraído entre pessoas que trabalham especificamente com mídias sociais e marketing digital. Estiveram nesse divertido bate-papo @alynecastro@nayane_monteiro, @AdrianoJocafe, @sorayamadeira, @naterciamelo e eu, @wgabriel1. A conversa foi muito boa, nostálgica, profissional e engraçada ao mesmo tempo, com participação do público em tempo real, via twitter oficial da @redeuniaotv ou simplesmente através do Twitter dos próprios convidados. Veja abaixo os vídeos publicados no Vimeo com todo o debate.

Recentemente, Redes Sociais Corporativas foram tema de um rico debate na Rádio CBN, filial O Povo. Dentro do programa Mercado e Negócios, apresentado pela jornalista Neila Fontenele, W. Gabriel de Oliveira (@wgabriel1) e Paulo Moraes (@totvs) discutiram os formatos dessas redes, seus impactos, o comportamento dos usuários dentro delas e a adequação das empresas para esse universo. Ouça a seguir o debate completo realizado na rádio e mais informações sobre as redes sociais da Internet em meio corporativo.

Realizei nas últimas semanas algumas palestras abordando o tema Redes Sociais da Internet. A mais recente ocorreu na Universidade de Fortaleza, para turmas de Comunicação e Marketing. Na palestra, algumas visões envolvendo teoria e prática foram abordadas, além de um agradavél bate-papo envolvendo experiências de mercado e comportamentos comuns dos profissionais dessa área. Veja aqui slides e vídeos apresentados na palestra.

Nas mais recentes palestras em que participei, resolvi abordar um pouco do mundo que me invadiu nos últimos meses: o mundo mobile. Dados de comportamento, números de aumento, estatísticas, pesquisas e perspectivas foram os assuntos recorrentes em minhas falas. Obviamente, Facebook, iPhone e Android tiveram participação marcante. Segue, então, uma das apresentações recentes que realizei em algumas faculdades e eventos - neste caso, dentro do Ciclo de Debates da Infobrasil 2011.

Apesar de pesquisas indicarem o aumento no número de empresas presentes em sites de redes sociais, pouco se investiga sobre a qualidade dessas presenças. Em uma visão rápida, é possível sim encontrar empresas fazendo uso de mídias sociais, contudo é também possível verificar que muitas sequer planejaram sua presença on-line. Seria isso apenas fruto da pressa para não ficar mais para trás, ou realmente constitui uma miopia empresarial?  

As áreas abordadas são plano de marketing geral, planejamento de presença on-line, social media marketing, web analytics, webwriting, digital adversiting e mobile markering, além de estudos práticos com palestras de convidados. O curso foca abordagem geral sobre áreas de atuação, formatos e técnicas. É ministrado por W. Gabriel de Oliveira e convidados, no campus da UNIFOR - Universidade de Fortaleza. VEJA AQUI AS PRÓXIMAS DATAS do Curso Mkt Digital Unifor e também mais informações, como sugestões para novos alunos e requisitos.

O que a afirmação de Chris Hughes, co-fundador do Facebook, tem a ver com e-commerce? Disse ele: “Dentro de dois a cinco anos, a questão sobre que redes sociais a pessoa usa será irrelevante, porque todas as mídias serão sociais”. A tendência apontada por ele é uma das mais recorrentes entre os profissionais de marketing. Mesmo antes dessa afirmação, pensar em redes sociais apenas como comunicação e relacionamento já era um desperdício. É possível também pensar tal socialização como ambiente, um campo de sensações e bem-estar. Eis aí o mote para falarmos um pouco sobre e-commerce.

Em abril de 2010, publiquei um post sobre o grande laboratório pelo qual passaríamos nas eleições 2010, no que se refere à Internet. Hoje, depois do primeiro turno das eleições, o que já é possível observar? Certamente, que foi um grande laboratório, mas que a Internet nesse contexto está longe de ser significativamente compreendida e praticada pelas esferas políticas, por seus organizadores e por grande parte da população brasileira - este último muito por falta de infraestrutura do país para esse meio.

Veja se você se enquadra nesta situação: planejou tudo para suas ações de marketing digital, até cursos você fez, mas quando chega a hora de executar, simplesmente não sai nada organizado, não consegue manter sequer a lógica já planejada e as tarefas paralelas só aumentam. Até que o dia acaba e você pensa: “o que eu fiz hoje?” De significante mesmo, nada!

Quem concluiu que social media marketing é uma atividade barata precisa enxergar mais. Essa crença pode ser fatal não apenas para os profissionais de marketing digital, mas principalmente para quem os contrata: os clientes. Se é barato, é porque algum recurso foi diminuído para que o preço baixasse. E como no social media marketing os principais recursos são tempo, criatividade e atenção, aceitar um precinho camarada pode ser uma roubada.